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Bloqueio do ‘X’ atenta contra a liberdade de expressão?

Fernanda Capelli Por Fernanda Capelli
09/09/2024
Em Economia POP, POLÍTICA

A recente decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de bloquear o acesso à rede social X no Brasil tem levantado questionamentos sobre o impacto dessa medida para a liberdade de expressão e o cenário democrático no país. Segundo o advogado especialista em direito digital, Solano de Camargo, a medida “corresponde a uma grande violência contra a liberdade de expressão, principalmente aos usuários brasileiros que utilizam a plataforma para acessar notícias, fechar negócios e se comunicar”, explicou o especialista em entrevista exclusiva ao BM&C Strike.

Camargo, que também preside a Comissão de Dados e Inteligência Artificial da OAB de São Paulo, afirma que o bloqueio foi proferido no contexto de um inquérito com uma série de decisões controversas. “Essa decisão já se fazia anunciar, mas não deixa de ser uma restrição extrema, considerando que estamos na véspera de eleições municipais importantes para o país”, comentou o advogado durante entrevista ao programa Strike da BM&C News.

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Créditos: depositphotos.com / casadaphoto

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Censura prévia ou proteção judicial?

Bloqueio do 'X' atenta contra a liberdade de expressão?

A controvérsia central gira em torno da caracterização dessa medida como censura prévia. “O que a Constituição proíbe é a censura prévia. Quando removemos uma rede social inteira, impedimos as pessoas de se manifestarem, mesmo antes de saber se elas cometeriam qualquer tipo de crime”, explicou Solano de Camargo. O especialista aponta que a decisão do STF é considerada uma ação extrema, dado que a remoção de perfis ou a suspensão de redes não permite um julgamento individual das postagens ou ações dos usuários.

Este tipo de ação, que antes estava focada em casos específicos de disseminação de fake news, agora atinge uma camada mais ampla, englobando milhões de usuários. “Essa medida amplia a noção de censura para um espectro que vai além de quem realmente está cometendo ilícitos”, apontou Camargo.

O papel da Justiça Eleitoral e os desafios do uso das redes sociais

Outro ponto abordado pelo advogado foi o papel da Justiça Eleitoral em determinar o que é considerado propaganda antecipada ou fake news durante o processo eleitoral. Camargo questiona: “A Justiça Eleitoral é o fórum correto para decidir o que é opinião política ou desinformação?” Ele acrescenta que a atual postura do STF em relação à regulação de redes sociais pode criar um precedente perigoso, afetando a liberdade de expressão de todos, independentemente de posicionamento político.

“Hoje o canhão está virado para a direita, mas nada impede que amanhã a mesma situação ocorra com a esquerda”, alertou. Essa postura traz preocupação entre os defensores das liberdades civis, que veem a decisão como um passo rumo à normalização da censura de grandes plataformas.

Alternativas para os usuários e a busca por redes menos reguladas

Com a suspensão da plataforma X, muitos usuários brasileiros podem recorrer a alternativas como Telegram e redes sociais hospedadas em jurisdições que oferecem menos proteção aos direitos humanos. “As medidas tomadas acabam empurrando os usuários para redes sociais com menos governança regulatória, o que pode ser ainda pior para o país”, afirmou Camargo. Ele mencionou o exemplo do WhatsApp, que, ao ser temporariamente bloqueado no Brasil em 2015, resultou na migração massiva de usuários para o Telegram.

A retirada da representação da X no Brasil e as consequências jurídicas

Outro tema relevante é a ausência de representação da plataforma X no Brasil após a retirada de sua operação oficial no país por decisão de Elon Musk. “O Supremo Tribunal Federal exige que as plataformas tenham um representante no Brasil para receber intimações e multas, o que gera um problema prático. Quem se disporia a aceitar essa posição com o risco de multas pessoais, prisões e outras penalidades?”, questionou Camargo. Segundo ele, essa lacuna na representação dificulta a aplicação de punições, sem contar que “as penas precisam ser proporcionais”.

O advogado também abordou como a decisão do STF pode repercutir negativamente no cenário internacional, especialmente para investimentos estrangeiros no Brasil. “Estamos nos expondo ao escrutínio internacional ao tomar medidas como essas, que não só afetam a imagem do Brasil, mas criam insegurança jurídica”, afirmou. Essa percepção de instabilidade pode afastar empresas internacionais que buscam estabelecer operações no país.

A decisão do STF de bloquear a rede social X traz à tona um debate importante sobre os limites entre a regulação de plataformas digitais e a preservação da liberdade de expressão. As implicações vão além do âmbito jurídico, afetando a dinâmica social e política no Brasil, especialmente em um momento de crescente polarização e desconfiança nas instituições.

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