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Imposto tipo exportação: Reforma Tributária impacta competitividade

Exceções e alíquotas elevadas podem descaracterizar proposta; Setores impactados fazem pressão

Maurílio Goeldner Por Maurílio Goeldner
15/07/2024
Em Análises, ÚLTIMAS NOTÍCIAS, WWW

A inclusão de exceções e altos impostos pode afetar negativamente a competitividade internacional do Brasil, especialmente para setores exportadores. É que afirmam especialistas no assunto. O economista Ecio Costa, professor da Universidade de Pernambuco, aponta que países como a China, que adotam políticas de desoneração para exportações, conseguem maior presença no mercado global. Costa argumenta que a reforma deveria simplificar o sistema e reduzir alíquotas para tornar o ambiente de negócios mais atrativo para investidores estrangeiros e melhorar a competitividade das exportações brasileiras. “Um sistema tributário complexo e com altas alíquotas pode desincentivar investimentos e reduzir nossa competitividade,” destaca.

Exceções e alíquotas elevadas

Costa explica que a inclusão de setores privilegiados com isenções pode resultar em uma alíquota do IVA mais alta do que a inicialmente prevista. Isso ocorre porque, com cada nova exceção, a base de arrecadação diminui, exigindo alíquotas mais elevadas para compensar a perda de receita. “Há estudos indicando que a alíquota pode ultrapassar o teto de 26,5%, chegando a 27,1%”, afirmou o economista.

Setores impactados fazem pressão no Senado

Já há uma mobilização de alguns setores no Senado, onde a Reforma Tributária ainda pode ser modificada. Roberto Ardenghy, presidente do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), disse ao jornal O Globo que, embora o IS do setor tenha sido reduzido de 1% para 0,25%, a estratégia é sair da taxação extra. Para ele, esse tributo é voltado para o consumidor final e não se aplica ao setor, que está na base de diversas cadeias produtivas.

O senador Eduardo Braga, relator da reforma no Senado, pode desempenhar um papel importante, pois ele já foi ministro de Minas e Energia. “Braga conhece o setor. Vamos levar os estudos para ele, pois, além de reduzir a atividade do setor, o imposto extra vai onerar as exportações e prejudicar a arrecadação de estados produtores”, afirma Ardenghy.

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Peso no setor de serviços

A indústria, em geral, tende a se beneficiar da reforma, enquanto o setor de serviços arcará com maior parte do ônus tributário. O setor agropecuário também foi favorecido com isenções. No entanto, o imposto seletivo aplicado a setores específicos, como automóveis, pode anular os benefícios para esses setores e levar ao desinvestimento. “O setor de serviços será o grande financiador desta reforma,” observou Costa. A reforma terá um período de transição até 2032, durante o qual o sistema atual e o novo coexistirão. Costa expressou preocupação sobre a capacidade das empresas de se adaptarem ao split payment (pagamento dividido) e sustentarem suas operações diante das novas regras. “Vamos conviver até 2032 com dois sistemas tributários, o que pode gerar incertezas para as empresas”, lembra ele.

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