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Quem é Michael Burry, investidor que inspirou “A grande aposta”

BMCNEWS Por BMCNEWS
19/04/2024
Em INVESTIMENTOS E FINANÇAS, WWW

Você provavelmente já assistiu – ou pelo menos ouviu falar – no filme “A grande aposta”, que retrata o colapso da bolha imobiliária nos Estados Unidos, evento que levou à falência de grandes instituições como Lehman Brothers.

No centro da trama está a história real de Michael Burry, investidor conhecido por suas operações financeiras durante a crise financeira de 2008, que ganhou nada menos do que US$ 850 milhões ao apostar contra o mercado imobiliário americano.

A equipe da EQI Investimentos relembrou a história de Burry, destacando seu reconhecimento global por ser um dos primeiros no mercado financeiro a prever a crise do subprime

Ele utilizou um instrumento chamado Credit Default Swap (CDS), uma forma de seguro que protege contra inadimplência de títulos de dívida. Os títulos eram lastreados em dívidas imobiliárias de alto risco – que eram conhecidas como subprime. Os empréstimos oferecidos a indivíduos que não possuem garantias suficientes para qualificar-se para créditos padrão, o que aumentava consideravelmente o risco de inadimplência.

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Como ele descobriu a oportunidade?

Michael Burry dedicou meses ao estudo de diversos prospectos de hipoteca Subprime, observando que esses títulos eram estruturados em camadas. As camadas superiores agrupavam as operações consideradas de menor risco, enquanto as camadas inferiores, de maior risco, sustentavam o conjunto, assemelhando-se a um castelo de cartas que poderia desmoronar ao ser removida a base.

Para aumentar os lucros, os bancos começaram a securitizar esses empréstimos, ou seja, convertiam os empréstimos em títulos negociáveis e os vendiam a investidores. Estes títulos ofereciam taxas de juros elevadas devido ao alto risco envolvido. No entanto, com o aumento da inflação e das taxas de juros, a inadimplência começou a crescer, agravando a situação do mercado.

Analisando o cenário do mercado imobiliário com taxas de juros e inadimplência em ascensão e uma negociação frenética de títulos hipotecários sem consideração pela qualidade dos mesmos, ele previu que o mercado enfrentaria uma crise severa no segundo semestre de 2007.

A crise seria desencadeada pelo término dos períodos de carência nas hipotecas, que inicialmente ofereciam dois anos de taxas de juros fixas e baixas, antes de serem ajustadas para taxas variáveis e potencialmente altas.

Diante deste cenário, Burry buscou meios de apostar contra o mercado imobiliário, um movimento conhecido como “shortear” ou ficar vendido. No entanto, ele se deparou com a falta de ferramentas disponíveis no mercado para operar vendido diretamente no setor imobiliário americano. Determinado a encontrar uma solução, Burry visitou grandes bancos e instituições financeiras, explorando estratégias e formas de operar contra o mercado.

Durante suas investigações, Burry descobriu o Credit Default Swap (CDS), um instrumento financeiro utilizado como uma forma de seguro contra inadimplência. O CDS permite que o comprador, mediante pagamentos periódicos, esteja protegido contra o risco de calote por parte do emissor do título de dívida. Em caso de inadimplência, o detentor do CDS é compensado financeiramente.

Inicialmente, esse instrumento não era comum no mercado hipotecário americano, e Burry encontrou resistência dos bancos para adotar essa estratégia. No entanto, em maio de 2005, o Deutsche Bank e o Goldman Sachs começaram a emitir CDS a pedido de Burry, mais de dois anos antes do colapso do mercado.

Burry continuou pagando pelos swaps periodicamente, o que causou descontentamento entre seus clientes, levando-o a demitir funcionários e liquidar ativos importantes de seu fundo.

Ele também ativou uma cláusula de bloqueio para conter retiradas, já que muitos clientes estavam exigindo saques e ameaçando processos judiciais.

Representantes de vários bancos começaram a procurar Burry em 2005, interessados em comprar os seguros contra papéis de subprime que ele possuía. Para ele, isso indicava uma mudança iminente no mercado, embora a crise demorasse ainda a se materializar plenamente. Em 2006, apesar de os índices de mercado apresentarem ganhos de 5 a 10%, o fundo de Burry experimentou uma queda de 20%.

Mesmo assim, ele manteve sua estratégia, que culminou em um lucro substancial em agosto de 2007. A operação resultou em um lucro total de US$ 850 milhões, com US$ 100 milhões indo para Burry e US$ 750 milhões distribuídos entre seus clientes. A crise das hipotecas subprime que se seguiu levou o mundo a uma recessão que durou até 2009.

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