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Direito à estabilidade muda vidas e evita demissões injustas na gravidez

Laila Por Laila
04/10/2025
Em Direitos e Benefícios, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

A estabilidade da gestante protege o emprego desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. A garantia veda a dispensa arbitrária ou sem justa causa e pode resultar em reintegração ao posto ou em indenização substitutiva, a depender do momento em que o caso é analisado. Este guia explica até quando vale, quem está coberto e como proceder no desligamento.

  • Período: da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto
  • Âmbito: vale para contratos por prazo indeterminado e, pela jurisprudência, alcança vínculos por prazo determinado
  • Efeitos: pode gerar reintegração durante a vigência da estabilidade ou indenização se o período já tiver terminado

Até quando vale a estabilidade da gestante

O período de garantia de emprego vai da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Essa vedação à dispensa sem justa causa está prevista no Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT), que integra a Constituição Federal e serve de base para todas as demais regras aplicáveis. Segundo a Constituição (ADCT, art. 10, II, “b”), publicada no Portal do Planalto, é proibida a dispensa arbitrária nesse intervalo.

Direito à estabilidade muda vidas e evita demissões injustas na gravidez
O período de garantia de emprego vai da confirmação da gravidez até cinco meses após o parto – Créditos: depositphotos.com / halfpoint

Quem está coberto e o que fazer em caso de dispensa?

A garantia alcança empregadas com vínculo regido pela CLT, inclusive quando a gravidez é confirmada durante a vigência do contrato. Se a dispensa ocorreu sem justa causa dentro do período protegido, é possível buscar reintegração ao emprego ou indenização correspondente aos salários e demais parcelas do período estabilitário, conforme a situação concreta e o tempo decorrido.

Leia também: Tudo sobre aviso prévio proporcional e como calcular os prazos

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Na prática, a estabilidade é aplicada tanto em contratos por tempo indeterminado quanto em vínculos por prazo determinado, conforme entendimento reiterado na Justiça do Trabalho. Em decisões recentes, o Tribunal Superior do Trabalho reafirmou que a gestante tem direito à estabilidade mesmo quando o desligamento decorre do fim do prazo contratual, gerando a indenização correspondente quando já não for possível reintegrar. Conforme notícia institucional do TST, a proteção decorre diretamente do texto constitucional e da súmula aplicável.

  • Sem justa causa: incide a garantia; avaliam-se reintegração ou indenização;
  • Justa causa: a estabilidade não afasta penalidades quando comprovadas nos termos da lei;
  • Prazo determinado: decisões reconhecem o direito à indenização estabilitária quando o termo final ocorre no período protegido.

O conhecimento do empregador é requisito

Para a aplicação da estabilidade, o que importa é a existência da gravidez no período protegido. A discussão usual gira em torno da prova do fato e do momento da confirmação, que devem ser demonstrados por documentos médicos e registros funcionais para orientar o pedido de retorno ou a indenização correspondente.

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Como proceder para evitar litígios e cumprir a garantia?

Empresas e trabalhadoras devem registrar formalmente a confirmação da gravidez, guardar laudos e organizar as rotinas de afastamento e retorno. Em rescisões dentro do período protegido, recomenda-se checar a data provável do parto, projetar o término do período estabilitário e documentar eventual proposta de reintegração ou acordo indenizatório, sempre observando a legislação e a jurisprudência aplicável.

  • Guarde exames e atestados que comprovem a data da confirmação
  • Projete o fim do período (cinco meses após o parto) antes de concluir qualquer desligamento
  • Formalize, por escrito, reintegrações e/ou acordos indenizatórios para segurança jurídica

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