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Senador detalha missão sobre tarifas dos EUA e cobra ação do governo

Renata Nunes Por Renata Nunes
06/08/2025
Em ECONOMIA, Entrevista, Exclusivas, Exclusivo, NACIONAL, POLÍTICA, ÚLTIMAS NOTÍCIAS

Após liderar uma comitiva parlamentar aos Estados Unidos, o senador Marcos Pontes retornou ao Brasil destacando avanços concretos nas discussões sobre as tarifas dos EUA aplicadas a produtos brasileiros. O grupo, formado por oito senadores de diferentes partidos, buscou abrir canais de diálogo sobre duas frentes distintas: a situação do ex-presidente Jair Bolsonaro e os entraves comerciais que afetam exportadores nacionais.

Em entrevista exclusiva ao BM&C News, o senador Marcos Pontes destacou que, embora a comitiva não tivesse prerrogativa para fechar acordos, o diálogo com senadores norte-americanos e representantes do setor privado já resultou na retirada de 600 itens da lista de produtos sujeitos à sobretaxa de 50%. O parlamentar avaliou a missão como positiva e cobrou agora uma atuação mais firme do governo federal na continuidade das negociações.

Quais são os principais entraves nas tarifas dos EUA?

Durante a visita, Pontes relatou que senadores democratas e republicanos expressaram preocupação com o alinhamento do Brasil a pautas geopolíticas consideradas sensíveis. Entre os principais pontos de atrito está a retórica antiamericana do presidente Lula, além do apoio à criação de uma moeda comum entre os países dos BRICS. Muitos congressistas norte-americanos enxergam essa proposta como uma ameaça à estabilidade financeira e às relações tradicionais com os Estados Unidos.

Outro fator de tensão é a aproximação comercial do Brasil com a Rússia. O senador mencionou que tramita no Congresso americano um projeto de lei que prevê a aplicação de tarifas de até 500% para países que mantêm importações diretas ou indiretas de produtos estratégicos russos, como óleo diesel e fertilizantes. Nesse contexto, os fertilizantes são vistos com mais tolerância, mas o diesel tem gerado forte resistência.

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Qual o impacto das tarifas dos EUA para os setores produtivos?

Pontes destacou que diversos setores brasileiros enfrentam desafios diretos por conta das tarifas dos EUA. Entre os produtos mais afetados estão:

  • Café: um dos principais produtos de exportação brasileira
  • Carne bovina e suína: alvos frequentes de barreiras comerciais e sanitárias
  • Óleo diesel: foco das pressões americanas devido à origem russa
  • Fertilizantes: monitorados de perto, embora considerados insumos essenciais

Segundo o senador, é fundamental que o governo brasileiro assuma agora o protagonismo nas negociações. “A missão cumpriu seu papel de abrir portas. Agora, o Itamaraty precisa entrar com postura técnica, responsável e estratégica para garantir segurança jurídica ao produtor brasileiro”, afirmou.

Setor privado dos EUA também pressiona contra as tarifas

Durante a viagem, a comitiva também se reuniu com representantes do setor privado norte-americano. Pontes ressaltou que muitas empresas demonstraram preocupação com os impactos negativos das tarifas sobre suas cadeias de produção e sobre o emprego nos próprios Estados Unidos. Isso ajudou a sensibilizar parlamentares norte-americanos quanto à necessidade de moderação nas medidas tarifárias.

“Mostramos que essas tarifas não prejudicam só o Brasil, mas também a economia local americana. Esse argumento foi decisivo para a retirada de 600 itens da lista de sobretaxa”, explicou o senador. Ele acrescentou que, em uma das reuniões, os argumentos brasileiros foram levados diretamente ao secretário de Comércio dos EUA.

Diplomacia deve prevalecer sobre ideologia

Encerrando sua análise, Pontes afirmou que o Brasil precisa demonstrar responsabilidade geopolítica e agir com pragmatismo. Para ele, as decisões devem ser tomadas com base em critérios técnicos e de interesse nacional, e não em alinhamentos ideológicos.

“Não se trata de escolher entre Oriente ou Ocidente. Trata-se de defender o emprego brasileiro, a produção nacional e a estabilidade comercial. O momento exige uma diplomacia firme, discreta e orientada à resolução de conflitos”, concluiu.

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