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Cinema brasileiro: arrecadação cresce 289% e número de salas é recorde

Agência DC News Por Agência DC News
11/03/2025
Em ECONOMIA

O sucesso mundial de Ainda Estou Aqui (de Walter Salles), vencedor do Oscar 2025 de Melhor Filme Internacional, está impulsionando as bilheterias no Brasil, mas não é de agora que a produção nacional ganha espaço nas salas de exibição. No período entre 2018 e 2025, a arrecadação nominal dos filmes estrangeiros cai 33%, enquanto a dos filmes nacionais aumenta 289%. Ainda que a participação brasileira na renda total seja minoritária, a divisão tem mudado. Os filmes brasileiros, que responderam por 10% da bilheteria em 2024, só nestes pouco mais de dois meses de 2025 são responsáveis por 29%. Nas nove primeiras semanas cinematográficas deste ano, até 5 de março, o público total cresceu 17,1% em relação a igual período do ano passado – e 50% no caso dos filmes brasileiros. Os dados são da Agência Nacional do Cinema (Ancine).

De 2 de janeiro a 5 de março, a renda nas salas de cinema foi de R$ 428,8 milhões, crescimento de 16,9% sobre igual período do ano passado. As produções nacionais arrecadaram R$ 124,2 milhões, alta de 45,2% – e quase metade (49%) de toda a arrecadação de 2024. Entre produções estrangeiras e nacionais, foram 22,6 milhões de espectadores até agora, 17% a mais sobre o mesmo período de 2024. No caso dos filmes brasileiros, 6,6 milhões (+50%), quase 53% do público total de 2024. Já os filmes estrangeiros cresceram menos: 8,3% na renda e 7,3% no público. Só em 2025, as 3,1 mil salas brasileiras receberam quase 765 mil sessões, sendo 216 mil de produções locais. Os filmes nacionais tiveram 31 pessoas por sessão, em média, ante 29 dos estrangeiros.

De acordo com a Secretaria de Regulação da Ancine, até agora Ainda Estou Aqui soma 5,4 milhões de espectadores e R$ 110,5 milhões de arrecadação – o filme foi lançado em setembro, no Festival de Veneza (Itália), onde ganhou o prêmio de Melhor Roteiro, e entrou em circuito comercial em novembro do ano passado. É a terceira maior bilheteria nacional desde 2018. Fica atrás de Minha Mãe É uma Peça (2018) e Nada a Perder (2019). O longa que conta a história de Eunice (interpretada por Fernanda Torres) e Rubens Paiva (papel de Selton Mello) representa praticamente um terço do público de filmes nacionais neste ano. Sem ele, a participação da produção nacional no total de público nos cinemas cairia para 22%.

SALTO IMPRESSIONANTE – “Com a vitória de Fernanda Torres no Globo de Ouro [5 de janeiro], o longa registrou crescimento expressivo de público, de 57%, na semana seguinte. E um impressionante salto de 122% na semana subsequente”, afirmou a Ancine. Depois disso, no dia 23 do mesmo mês, a indicação ao Oscar fez o público crescer 89% na semana (336 mil espectadores). A Semana do Cinema, em fevereiro, com preços promocionais, levou a novo aumento, desta vez de 174% (682 mil pessoas).

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Entre produções brasileiras e estrangeiras em cartaz no país, Ainda Estou Aqui aparece em quarto lugar neste ano, com 2,4 milhões de espectadores até agora e R$ 45,7 milhões arrecadados. Os três primeiros são Mufasa-O Rei Leão (público de 4 milhões e renda de R$ 72,2 milhões), Sonic-O Filme (3,1 milhões e R$ 57 milhões) e o também brasileiro Auto da Compadecida 2 (2,9 milhões e R$ 54,9 milhões). Principal vencedor do Oscar – cinco prêmios (Filme, Direção, Atriz, Montagem e Roteiro Original) –, o longa Anora aparece por enquanto em 17º lugar: 203 mil espectadores e R$ 4,5 milhões arrecadados. Todos os dados são anteriores à premiação.

Ainda segundo a Ancine, o Brasil atingiu no ano passado o maior número de salas de cinema da série histórica. De acordo com o Painel de Complexos e Salas de Exibição do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual (OCA), o total chegou a 3.516, nas 27 unidades da federação, ante 3.466 no ano anterior. Em 2014, eram 2.755 salas, caindo para 1.847 em 2020, primeiro ano da pandemia. O recorde anterior era de 2019: 3.479. Ou seja, só entre 2019 e 2020 a queda foi de 47%. O dado mais recente do painel aponta 3.509 saladas, 60 delas fechadas temporariamente. O universo do audiovisual no Brasil inclui 10,9 mil produtoras independentes e 3,3 mil distribuidoras.

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