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O que esperar na semana: CPI dos EUA e indicadores que testam os mercados

Maurílio Goeldner Por Maurílio Goeldner
13/01/2025
Em MERCADOS

A semana de 13 a 17 de janeiro será marcada por uma agenda econômica densa, com destaque para dados inflacionários, produção industrial, mercado de trabalho e decisões de política monetária em diversas regiões. Esses indicadores terão impacto direto na avaliação das condições econômicas globais e na estratégia de investidores e analistas.

Na segunda-feira (13), as atenções estarão voltadas para a balança comercial da China referente a dezembro, enquanto a Índia divulgará o Índice de Preços ao Consumidor (CPI) do mesmo período. Na Europa, Portugal apresentará o CPI de dezembro, e a Turquia trará dados de vendas no varejo de novembro.

Na terça-feira (14), os destaques são o Índice de Sentimento Econômico ZEW da Alemanha e da Zona do Euro, além do Índice de Preços ao Produtor (PPI) dos Estados Unidos e o CPI da Argentina. A Coreia do Sul também divulgará a taxa de desemprego e a balança comercial.

A quarta-feira (15) será significativa, com a divulgação da inflação em países como Reino Unido, França e Espanha, além da decisão de política monetária na Indonésia. Nos EUA, o CPI de dezembro, o Livro Bege do Federal Reserve e o Índice Empire State de Atividade Industrial darão o tom para a economia norte-americana. No mesmo dia, a Austrália publicará sua taxa de desemprego de dezembro, enquanto a China divulgará a Taxa Preferencial de Empréstimos (LPR) para prazos de 1 e 5 anos.

Na quinta-feira (16), a Zona do Euro apresentará sua balança comercial, acompanhada pela ata da última reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE). Na China, será divulgado o Produto Interno Bruto (PIB) do quarto trimestre de 2024, com dados anuais e acumulados. Outros indicadores incluem investimento em ativos fixos, produção industrial, vendas no varejo e taxa de desemprego.

A sexta-feira (17) será movimentada com os números de vendas no varejo do Reino Unido e o CPI da Zona do Euro. Nos EUA, as licenças de construção e a construção de novas casas em dezembro, além da produção industrial, serão os principais dados a serem observados.

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Cenário Nacional

No Brasil, a semana começa com a divulgação do Relatório Focus do Banco Central na segunda-feira (13), apresentando as expectativas do mercado para inflação, PIB, taxa Selic e câmbio. Na quarta-feira (15), o IBGE reportará o crescimento do setor de serviços de novembro, enquanto o Banco Central divulgará o fluxo cambial estrangeiro.

Na quinta-feira (16), o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-BR) de novembro será divulgado, funcionando como uma prévia do PIB. Na sexta-feira (17), o Índice Geral de Preços – 10 (IGP-10) da FGV trará uma visão sobre a inflação no início do ano.

Mercados: Movimentações e Expectativas

Na última semana, as bolsas globais registraram quedas generalizadas. Nos Estados Unidos, o S&P 500 caiu 1,94%, o Nasdaq recuou 2,34% e o Dow Jones perdeu 1,86%. No Brasil, o Ibovespa encerrou aos 118.856,48 pontos, com queda de 0,77% no dia, mas acumulando alta semanal de 0,27%. No entanto, o índice ainda registra perda de 1,19% em janeiro.

No câmbio, o dólar comercial acumulou queda semanal de 1,28%, recuando 1,26% no mês. A curva de juros no mercado futuro fechou em alta, refletindo preocupações fiscais e o IPCA de dezembro, que avançou 0,52%, encerrando o ano com alta acumulada de 4,83%.

As commodities apresentaram desempenho misto. O petróleo WTI subiu 3,58%, a US$ 76,57, e o Brent avançou 3,69%, a US$ 79,76. O ouro teve alta semanal de 2,25%, encerrando a sexta-feira a US$ 2.715 por onça-troy. O minério de ferro negociado em Dalian caiu 1,95% na semana.

Destaques Recentes e Perspectivas

Os dados do payroll dos EUA, divulgados na última sexta-feira (10), indicaram a criação de 256 mil vagas em dezembro, com a taxa de desemprego caindo para 4,1%. O salário médio por hora trabalhada aumentou 0,28% em relação ao mês anterior, com um ganho anual de 3,93%. A ata do FOMC, também divulgada na semana passada, sinalizou uma desaceleração nos cortes de juros e destacou atenção às políticas econômicas do presidente eleito Donald Trump, que assumirá o cargo no dia 20 de janeiro.

No Brasil, o mercado permanece atento às discussões fiscais e ao impacto da inflação e dos juros na economia. A expectativa é que os dados da semana ajudem a traçar um panorama mais claro para as decisões econômicas em 2025.

Com um calendário intenso, esta semana será fundamental para ajustar as estratégias no mercado financeiro e avaliar os rumos das economias globais e locais.

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