MGLU3:”tem que romper zona de resistência para mostrar força no curto prazo”, avalia analista

Tominaga explicou que o ativo sendo negociado a R$ 2,67, tem o R$ 1,87 como suporte, e R$ 2,91 para cima, depois R$ 3,56 como regiões de resistência

O analista de equity research, CNPI-T, da Órama, Ricardo Tominaga, avaliou o cenário gráfico de Magazine Luiza (MGLU3). “Para que a gente fale, eventualmente, em uma retomada da tendência de alta, e para mostrar, de fato, que tem força no curto prazo, o ativo precisa passar por cima dessas duas zonas de resistências que está em R$ 2,91 e R$ 3,56”, disse em entrevista à BM&C News.

Olhando o movimento, o especialista explicou que o ativo ainda não tinha chegado na região de R$ 1,90 – o fundo mais baixo – conforme mostra o gráfico. Ao final do movimento de baixa, o ativo rejeitou a região de suporte e buscou imediatamente a região anterior, que acabou virando resistência.

“O fato de ter terminado o movimento de baixa em uma região de suporte é importante, rejeitou essa região de suporte e foi direto para a zona de resistência, que é em R$ 2,91, apesar de ter passado para cima brevemente não conseguiu se manter acima”, pontuou.

Dessa forma, Tominaga explicou que o ativo sendo negociado a R$ 2,67, tem o R$ 1,87 como suporte, e R$ 2,91 para cima, depois R$ 3,56 como regiões de resistência.

“Esse gap de exaustão, indicado na linha vermelha do gráfico, acontece justamente nessa região onde a tendência do ativo já está perdendo fôlego. Nesse caso, estava perdendo o folego na venda e acabou indo para o suporte, que rejeitou a partir de lá”, avaliou.

MGLU3

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