Presidente da Caixa é acusado de assédio sexual e pode perder cargo

Em nota, a instituição nega ter conhecimento do caso e ainda acrescenta que existem vários mecanismos internos de controle

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, está sendo acusado de cometer assédio sexual a funcionárias durante viagens e eventos relacionados ao banco, conforme divulgou o site Metrópoles. Ainda de acordo com a reportagem, os casos estão sendo investigados pelo Ministério Público Federal.

Em nota, a instituição nega ter conhecimento do caso e ainda acrescenta que existem vários mecanismos internos de controle.

As funcionárias que falaram ao site ainda trabalham ou já trabalharam em equipes que atendem diretamente ao gabinete da presidência da Caixa e relataram toques íntimos não autorizados, convites e abordagens inadequadas, que iniciaram-se no fim do ano passado.

“Tem um padrão. Mulher bonita é sempre escolhida para viajar. Ele convida para as viagens as mulheres que acha interessantes”, disse uma das vítimas.

Guimarães assumiu o comando da Caixa em janeiro de 2019, depois de ter sido indicado pelo ministro da economia, Paulo Guedes. Além disso, o chefe da estatal é presença frequente em eventos ao lado do presidente, Jair Bolsonaro (PL).

Em Brasília, assessores de Bolsonaro acreditam que a melhor solução seja afastar imediatamente Guimarães do comando do banco. De acordo com informações, o chefe deve deixar o cargo nesta manhã.

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