De acordo com Bank of America, alunos irão migrar para ensino a distância e presencial se tornará ‘premium’

Analistas do Bank of America anunciaram que aguardam um cenário em que os alunos do EAD permaneçam estáveis no curto prazo

De acordo com a avaliação do banco Bank of America (BofA), a tendência do mercado é de que o ensino a distância (EAD) continue ganhando participação especial entre os alunos em cursos com menor ingresso, como pedagogia, negócios e idiomas, que são mais sensíveis a preços.

Dessa forma, as aulas presenciais serão para alunos de maior renda, uma vez que a percepção de maior qualidade ainda permanece nesse formato.

Em novo relatório sobre o cenário da educação, os analistas do banco anunciaram que aguardam um cenário em que os alunos do EAD permaneçam estáveis no curto prazo, já que algumas instituições devem continuar focando em uma estratégia baseada em volume. Para eles, o ambiente inflacionário elevado deve pressionar a renda disponível e, consequentemente, a capacidade das empresas de aumentar preços.

Portanto, o BofA tem recomendação neutra para Ânima, Cruzeiro do Sul Educacional e Yduqs, com preços-alvo de R$ 6, R$ 4 e R$ 17, respectivamente. Já para a Cogna e Ser Educacional, a recomendação é de venda e preços-alvo de R$ 2 e R$ 8, na mesma ordem.

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