Nova resolução da CVM traz mais liquidez para investir em startups, diz CEO da CapTable.

As plataformas poderão atuar como intermediadoras de transações subsequentes

A nova Resolução CVM 88 – que substitui a Instrução CVM 588 – traz uma série de inovações nas regras de crowdfundings e deve aumentar de forma significativa a liquidez nas operações, beneficiando todo o ecossistema das startups, na opinião de Paulo Deitos, CEO e cofundador da CapTable.

Entre as mudanças está a autorização para que as plataformas atuem como intermediadoras de transações subsequentes, facilitando o encontro de interesses de compra e venda de valores mobiliários ofertados por meio da plataforma.

“Ficamos felizes em ver mais uma avenida de liquidez para que nossos investidores se sintam cada vez mais seguros para investir em startups. As transações subsequentes desbloqueiam um novo nível de maturidade do mercado de investimentos em startups e representam uma grande oportunidade para a CapTable”, diz Deitos.

Segundo o executivo, o fato da CapTable ter o maior número de investidores e de startups captadas proporciona uma grande vantagem para a plataforma.

“Seremos facilmente a plataforma com maior número de transações e a que traz o maior potencial de liquidez aos investidores”, destaca.

Outras mudanças

Uma outra mudança importante da nova resolução foi o aumento no tamanho das captações em plataforma pública, que passou para R$ 15 milhões.

Além do aumento no limite de captação, a reforma amplia para R$ 40 milhões o limite de receita bruta que define o conceito de sociedade empresária de pequeno porte.

O limite permitido anualmente ao investidor pessoa-física também dobrou: antes R$ 10 mil era o valor recomendado para investidores não-qualificados, com a nova regulação, o limite passa a ser de R$ 20 mil. “O aumento no limite anual para investidores não-qualificados, de R$ 10 mil para R$ 20 mil, permitirá que os investidores tenham maior autonomia para criar carteiras mais

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