Super quarta, ADP nos EUA e o que move o mercado hoje

Esta quarta-feira (4) marca o dia de decisão de juros nos Estados Unidos e no Brasil

Os mercados internacionais operam com sinais mistos nesta “super quarta”, dia de decisão de juros nos EUA e no Brasil.

O Federal Reserve, banco central dos Estados Unidos, está precificado um aumento de 50 pontos-base nos juros (para entre 0,75% e 1%), enquanto o Copom, aqui no Brasil, deve subir 1 ponto percentual a taxa Selic (para 12,75%).

Porém, as novidades poderão vir do discurso de Jerome Powell, presidente do Fed, e da publicação do BC sobre a tendência de continuar o ciclo de alta ou não.

Ainda nos Estados Unidos, também haverá a divulgação de empregos privados ADP mensal de abril, com projeção Refinitiv de criação de 395 mil vagas.

Na Europa, os principais índices registram queda moderada, enquanto os futuros das bolsas de Nova York estão no azul. Por lá, já é consenso que o Fomc deverá aumentar a taxa de juros em 0,5 ponto percentual para o nível entre 0,75% a 1% ao ano.

Com decisão já precificada, as atenções se voltam principalmente para novas sinalizações sobre a continuidade do aperto monetário na maior economia do mundo.

BRASIL

No cenário doméstico, o Copom (Comitê de Política Monetária) do Banco Central divulga no final do dia a Selic, que também já tem consenso: alta de 1 ponto percentual para 12,75% ao ano.

Além disso, no lado corporativo, a temporada de balanços é agitada. Hoje, as companhias que divulgarão seus resultado são CSN (CSNA3), CSN Mineração (CMIN3), BRF (BRFS3), GPA (PCAR3), PetroRio (PRIO3), Suzano (SUZB3), entre muitas outras.

RADAR CORPORATIVO

A Irani (RANI3) anunciou o pagamento de R$ 24,8 milhões em dividendos intercalares, correspondentes a R$ 0,0996056 por ação.

A Taesa (TAEE11) aprovou, nesta terça-feira (3), o pagamento de R$ 800,2 milhões em dividendos, equivalentes a R$ 0,7743 por ação ordinária ou preferencial e R$ 2,3230 por unit.

Na noite de segunda-feira (2), o Nubank (NUBR33) divulgou a possibilidade do fim do lock-up, isto é, a restrição para a negociação de todas as ações, inclusive os recibos (BDRs) na B3.

No entanto, o fim do lock-up valerá para um público seleto, apenas os acionistas que foram impedidos de vender seus papéis por cláusulas do IPO, além de alguns diretores e membros do conselho de administração do Nubank.

(Com Daily News, newsletter da BM&C e BM&C Now, no Telegram)

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