Reunião do Copom, feriado no Japão e China e o que move o mercado hoje

A decisão do Copom será divulgada amanhã e o consenso do mercado prevê elevação de 1 p.p. da Selic para 12,75% ao ano

Os mercados internacionais operam de forma indefinida na manhã desta terça-feira (3), com investidores esperando a decisão de política monetária do Fomc (Comitê Federal de Mercado Aberto), nos Estados Unidos, que acontece amanhã (4).

Antes disso, importantes indicadores econômicos sairão hoje nos EUA, como o relatório de empregos Jolts e dados de encomendas à indústria.

Na Ásia, algumas bolsas do Japão e China não abriram devido a feriados, resumindo os negócios a Hong Kong, Seul e Taiwan.

O Hang Seng teve alta marginal de +0,06%, a 21.101,89 pontos e o Kospi, em Seul, encerrou o dia em queda de -0,26%, a 2.680,46 pontos. Em Taiwan, de volta de um feriado, o Taiex teve queda de -0,56%, fechando em 16.498,90 pontos.

Na Europa, a inflação ao produtor (PPI) registrou mais um forte aumento. Em março, os preços nos portões das fábricas nos 19 países que compartilham o euro aumentaram 5,3% em relação ao mês anterior, atingindo uma alta anual de 36,8%.

BRASIL

No cenário doméstico, começou hoje a reunião do Copom, o Comitê de Política Monetária do Banco Central.

A decisão será divulgada amanhã e o consenso do mercado prevê elevação de 1 ponto percentual da Selic para 12,75% ao ano.

Segundo o BC, a partir deste mês as reuniões do colegiado terão mais tempo para apresentações técnicas sobre conjuntura econômica, que serão feitas nas manhãs e tardes de terça-feira e também na manhã de quarta-feira.

Ainda hoje, diversas empresas divulgarão seus resultados do primeiro trimestre de 2022. Entre elas, 3R Petroleum (RRRP3), Cielo (CIEL3), Iguatemi (IGTA3), JSL (JSLG3), Klabin (KLBN11), Marfrig (MRFG3), Raia Drogasil (RADL3), Tegma (TGMA3) e TIM (TIMS3).

Nesta manhã, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou o IPC-S da quarta quadrissemana de abril de 2022. O índice variou 1,08% e acumula alta de 10,61% nos últimos 12 meses. Todas as sete capitais pesquisadas registraram decréscimo em suas taxas de variação.

(Com BDM + agências e BM&C Now)

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