Bolsa da de Xangai tem queda expressiva e afeta o mercado asiático

Xangai lidera as perdas do oriente, com uma queda expressiva de mais de 5,1%. A expectativa de recuperação não é grande para os próximos pregões.

O primeiro pregão asiático não teve um final feliz, nesta segunda-feira (25), o mercado chinês, com a bolsa de Xangai, liderou as perdas. Xangai e Hong Kong sofreram um tombo em meio a preocupações renovadas com o impacto da atual onda de covid-19 na segunda maior economia do mundo.

A preocupação com a Covid é grande, em Pequim, foram registrados 22 novos casos de covid-19 no domingo (24), o maior número deste ano. Já em Xangai, ocorreram 39 mortes pela doença no sábado (23), número mais de três vezes maior do que o dia anterior. Os sinais de piora da pandemia mostram que o medo do mercado com a desaceleração da China são reais, pois já ficaram evidentes em março.

Outro ponto que ajudou o mau humor no continente asiático também, foi após as bolsas de Nova York fecharem o pregão de sexta-feira (22) com perdas de mais de 2,5%, após uma semana de múltiplas evidências de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) planeja de fato elevar juros em ritmo mais veloz, a partir de maio, para combater a persistente alta da inflação em meio à guerra entre Rússia e Ucrânia.

O tombo maior foi em Xangai, com perdas de 5,1%. Em outras partes da Ásia, o japonês Nikkei caiu 1,90% em Tóquio, a 26.590,78 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 3,73% em Hong Kong, a 19.869,34 pontos, o sul-coreano Kospi cedeu 1,76% em Seul, a 2.657,13 pontos, e o Taiex registrou perda de 2,37% em Taiwan, a 16.620,90 pontos.

Na Austrália, onde fica a principal bolsa da Oceania, não houve negócios nesta segunda-feira devido a um feriado nacional.

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