Mesmo com medo de surto da Covid-19, bolsa da Ásia fecha majoritariamente em alta

Covid-19, repercussão do CPI nos Estados Unidos e dados da exportação da China foram os fatores que movimentaram a bolsa

Nesta quarta-feira (13), as bolsas asiáticas fecharam em sua maioria em alta mesmo com a preocupação com a Covid-19. O mercado chinês teme que o país passe mais apertos com o atual surto do vírus. Mesmo com o temor, outros dois fatores fizeram as altas na Ásia são os dados fortes de exportação da China e aspectos positivos dos últimos números de inflação dos EUA.

Nesta madrugada, o salto anual de 14,7% em março ficou acima da expectativa do mercado, o que fez o apetite por risco ser maior após números publicados. As importações da segunda maior economia do mundo, por outro lado, decepcionaram com uma inesperada queda no mês passado.

Nos Estados Unidos, mesmo que o CPI tenha subido mais do que o esperado na comparação mensal de março, o núcleo do índice, que é acompanhado mais de perto pelo Fed para definir sua política monetária, avançou menos do que o previsto no mesmo intervalo.

Assim, com grandes preocupações na China, as bolsas recuaram, o índice Xangai Composto recuou 0,82%, a 3.186,82 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto teve queda de 1,74%, a 2.012,18 pontos.

Por outro lado, o índice acionário japonês Nikkei subiu 1,93% em Tóquio hoje, sustentado pela fraqueza do iene ante o dólar, enquanto o Hang Seng avançou 0,26% em Hong Kong, a 21.374,37 pontos, o sul-coreano Kospi se valorizou 1,86% em Seul, a 2.716,49 pontos, e o Taiex registrou ganho de 1,83% em Taiwan, a 17.301,65 pontos.

Para finalizar, na Oceania, a bolsa australiana ficou no azul, impulsionada por ações de petrolíferas. O S&P/ASX 200 avançou 0,34% em Sydney, a 7.479,00 pontos.

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