Ibovespa fecha em alta acompanhando bom humor de NY

Com a alta desta quarta, Ibovespa interrompe a sequência de três sessões seguidas de queda, sob influência da alta de Petrobras

O Ibovespa finalizou o pregão desta quarta-feira em alta, interrompendo sequência de três sessões seguidas de queda, sob influência da alta de Petrobras, em meio à definição do conselho de administração da estatal, e suporte de ações em Nova York.

Bancos locais também fecharam pregão com ganhos, enquanto Ambev e algumas empresas ligadas ao setor de saúde pressionaram o índice na ponta oposta.

Entre os indicadores do dia, o volume de vendas no varejo brasileiro teve uma alta de 1,1% no mês de fevereiro.

De acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o setor está 1,2% acima do patamar pré-pandemia, e 4,9% abaixo do pico da série (outubro de 2020). No ano, o varejo acumula variação de -0,1%. Já nos últimos 12 meses, cresceu 1,7%.

Nos Estados Unidos, o Índice de Preços ao Produtor (IPP) avançou 1,4% em março, mostrou o Departamento do Trabalho nesta quarta-feira.

No acumulado dos últimos 12 meses, houve um crescimento de 11,2%, o maior aumento desde que foram calculados pela primeira vez, em novembro de 2010. Os números ficaram acima das expectativas dos analistas, que apontavam para uma alta de 1,1% no mês e 10,6% no ano.

Nos EUA, as bolsas seguiram um caminho de otimismo. Investidores globais elevaram as ações nesta quarta-feira, apesar de previsões de inflação preocupantes e em meio a balanços de bancos e temores sobre a oferta de petróleo.

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta de +0,55%, cotado a 116.781,96 pontos.

dólar comercial fechou em alta de +0,26%, cotado a R$ 4,6887

Nos Estados Unidos, as bolsas fecharam em alta. O S&P 500 fechou em valorização de +1,12% (4.446,67), o Nasdaq registrou alta de +2,03% (13.643,59), enquanto o Dow Jones encerrou o dia subindo em +1,01% (34.565,45).

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