Aneel propõe aumento de até 57% nos valores das bandeiras tarifárias

As bandeiras tarifárias que definem o real custo da energia. As bandeiras vigoram entre as cores verde, amarela e vermelha
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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) aprovou, nesta terça-feira (12), a abertura de consulta pública para aumentar os valores das bandeiras tarifárias. 

Segundo a proposta, a bandeira amarela aumentaria 56%, de R$ 1,874 para R$ 2,927 a cada 100 quilowatts (kWh). Já a bandeira vermelha 1 passaria de R$ 3,971 para R$ 6,237, alta de 57%.

Enquanto a bandeira vermelha 2 teria uma redução de 1,70%, de R$ 9,492 para R$ 9,330 a cada 100 kWh. 

As bandeiras tarifárias que definem o real custo da energia. As bandeiras vigoram entre as cores verde, amarela e vermelha. Sendo que a bandeira verde não tem custo para o consumidor. 

De acordo com a Aneel, contribuíram para o aumento das bandeiras os dados do mercado de compra de energia durante o período de escassez hídrica em 2021, o custo do despacho térmico em razão da alta do custo dos combustíveis e a correção monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que fechou 2021 com aumento de 10,06%. 

“Em relação à bandeira vermelha 2, uma pequena redução em comparação com o valor de 2021 se deve ao retorno da ANEEL à metodologia tradicional, na qual esse adicional cobre 95% dos eventos históricos conhecidos (e não 100% como no segundo semestre de 2021)”, diz o comunicado. 

Os valores devem valer para 2022 e 2023. A proposta ainda pode sofrer alterações durante a consulta pública. As sugestões podem ser enviadas a partir de 14 de abril até 4 de maio. 

A expectativa é que os novos valores sejam aplicados a partir de junho de 2022.

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