Destaques da Bolsa: BRF (BRFS3) registra queda de 7%; Braskem (BRKM5) sobe 2%

Confira os destaques desta segunda-feira (11)
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O Ibovespa opera em queda, nesta segunda-feira (11), seguindo as bolsas internacionais.

O principal índice da B3 fechou em baixa de 1,16%, aos 116.953 pontos.

As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) registraram queda de 1,32% e 0,76%, respectivamente.

Vale (VALE3) também caiu 1,21%. Liderando as baixas do Ibovespa, BRF (BRFS3) teve queda de 7,11% e Cogna (COGN3) recuou 5,65%. 

Na outra ponta, Braskem (BRKM5) subiu 1,88% e Ambev (ABEV3) avançou 1,81%.

Confira os destaques desta segunda-feira:

Petrobras (PETR3;PETR4) 

O governo passou a estudar um modelo para desestatizar a Petrobras no futuro por meio da venda de ações sob controle do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) e prevê destinar os recursos arrecadados a fundos voltados para investimentos e ações sociais, além do pagamento da dívida pública, informou uma fonte do governo com conhecimento do assunto.

A fonte alerta que a implementação da medida dependeria de uma mudança constitucional e, portanto, precisaria de avaliação do Congresso. Não há prazo para que o plano seja colocado em prática, segundo ela, e é possível que a medida fique apenas para um eventual segundo mandato do presidente Jair Bolsonaro, caso ele seja reeleito.

Segundo essa fonte, Bolsonaro, que era contra a privatização da estatal, mudou de visão e agora já apoia a desestatização. O presidente tem feito críticas à petroleira, principalmente sobre sua política de preços de combustíveis.

De acordo com a fonte, o BNDES é dono de ao menos 30 bilhões de reais em ações da Petrobras. A ideia é que o banco de fomento se desfaça desses papéis e, com isso, a União perderia o controle da companhia.

O plano inclui ainda, conforme o relato, a venda de outros ativos controlados pelo BNDES e pelo Tesouro.

A ideia é que, ao mesmo tempo, sejam estruturados fundos que receberiam verbas da venda desses ativos. Segundo esse membro do governo, do total de recursos que entrasse nesses fundos, 50% seriam direcionados para abater a dívida pública, 25% para investimentos e 25% para repasses a famílias mais pobres.

Nubank (NUBR33) 

 O Nubank anunciou nesta segunda-feira que está acelerando sua expansão no México e na Colômbia por meio de uma linha de crédito de 650 milhões de dólares.

Os recursos da linha de crédito de três anos em moeda local são financiados por Morgan Stanley, Citi, Goldman Sachs e HSBC, bancos que participaram do IPO do Nubank em dezembro de 2021, no qual a empresa captou aproximadamente 2,8 bilhões de dólares.

O Nubank, que tem no quadro de acionistas a Berkshire Hathaway, de Warren Buffett, disse que o financiamento será destinado ao desenvolvimento de tecnologia e produtos, crescimento da base de clientes e contratação de pessoal.

Embora a maioria dos produtos do Nubank seja desenvolvida e projetada internamente, a empresa recentemente buscou parcerias, disse o presidente-executivo do Nubank, David Vélez, citando o marketplace da empresa no ​​Brasil, onde os clientes podem comprar em varejistas, e os produtos de seguro promovidos em parceria com a Chubb.

“Estamos constantemente avaliando as possibilidades de ampliar nossa oferta de produtos”, disse Vélez.

O Nubank oferece cartões de crédito no México e na Colômbia e opera sob a marca “Nu”. A empresa fechou o ano com mais de 1,4 milhão de clientes no México e 114 mil clientes na Colômbia.

Com Reuters 

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