“A dificuldade política que vamos enfrentar em função disso é crescente”, diz estrategista sobre a greve no Banco Central

O estrategista afirmou que o principal impacto na economia é que não tem espaço no teto de gastos para realizar o ajuste salarial
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O presidente do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central, Fabio Faiad, afirmou nesta terça-feira (5), que a greve dos servidores do Banco Central (BC) continuará por tempo indeterminado. De acordo com Faiad, o governo não apresentou qualquer proposta oficial para a reestruturação da carreira e para aumentar os salários.

O estrategista da Galapagos Capital, Rodrigo Jafet, afirmou que o primeiro impacto é dificultar a vida dos analistas, visto que o boletim Focus é acompanhado pela maioria do mercado, afirmou Jafet.

“A dificuldade política que vamos enfrentar em função disso é crescente”, ressaltou o estrategista.

Em participação no BM&C News, Jafef explicou que além de todos os problemas, temos agora a crise do funcionalismo, que os servidores do Banco Central querem um reajuste muito acima do que estava previsto. “Mais de 8 classes do funcionalismo já aderiram ou estão para aderir à greve, mais cedo a CVM afirmou que talvez entre em greve também”.

Por fim, o estrategista disse que o principal impacto na economia é que não tem espaço no teto de gastos para realizar o ajuste salarial dessas classes do funcionalismo público.

Confira a análise na íntegra:

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