Dados de desemprego no Brasil, auxílio nos EUA e o que move o mercado hoje

No cenário doméstico, o IBGE mostrará os dados da taxa de desemprego do trimestre até fevereiro
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As Bolsas da Europa operam majoritariamente em baixa na manhã desta quinta-feira (31), na contramão dos Índices Futuros dos Estados Unidos que apresentam ganhos. Apesar do cenário norte-americano, o mercado asiático também teve perdas e fechou majoritariamente em queda.

O índice japonês Nikkei caiu 0,73% em Tóquio hoje, a 27.821,43 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 1,06% em Hong Kong, a 21.996,85 pontos, e o Taiex registrou queda de 0,27% em Taiwan, a 17.693,47 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto se desvalorizou 0,44%, a 3.252,20 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 0,92%, a 2.117,96 pontos. Exceção, o sul-coreano Kospi avançou 0,40% em Seul, a 2.757,65 pontos, impulsionado por ações ligadas aos setores químico e de baterias.

A predominância do mau humor na Ásia veio após dados mostrarem que o PMI industrial oficial chinês caiu a 49,5 em março, voltando a ficar abaixo da barreira que 50 que indica contração da manufatura, num momento em que a China restabelece medidas de restrição por causa de um novo surto de covid-19.

Investidores também monitoram a situação no Leste Europeu. A Rússia voltou a bombardear ontem os arredores de Kiev, apenas um dia depois de prometer reduzir operações militares em torno da capital ucraniana.

A postura de Moscou coloca em dúvida relatos sobre “avanços” em conversas bilaterais ocorridas na Turquia, na última terça-feira (29).

Ainda no cenário internacional, a agenda econômica dos Estados Unidos tem como destaque a divulgação do Índice de preços de gastos com consumo (PCE) de fevereiro, além dos pedidos de auxílio-desemprego da semana até 26 de março.

Nesta manhã, também foi divulgado que a taxa de desemprego da zona do euro caiu de 6,9% em janeiro, para 6,8% em fevereiro, segundo dados com ajustes sazonais divulgados nesta quinta-feira pela agência oficial de estatísticas da União Europeia, a Eurostat.

BRASIL

Em um dia calmo para a agenda econômica, o mercado brasileiro espera os balanços corporativos das empresas Afya e Arco Educação, que serão divulgados após o fechamento do mercado. Ambas são listadas na Nasdaq.

A atenção também se volta ao presidente da República, Jair Bolsonaro, que intenciona fazer um reajuste geral de 5% para os servidores públicos, que representaria um impacto aos cofres públicos de R$ 5 bilhões, maior do que o reservado aos policiais de R$ 1,7 bi.

Além disso, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostrará os dados da taxa de desemprego do trimestre até fevereiro.

RADAR CORPORATIVO

A Cemig (CMIG4) está seguindo com seu plano de desinvestimentos e espera concluir a venda de suas participações na transmissora Taesa e outros ativos ainda neste ano, disse nesta quarta-feira o CEO da companhia, Reynaldo Passanezi.

O grupo hospitalar Rede D’Or (RDOR3) não vai divulgar neste momento uma estimativa de sinergias para a aquisição, em andamento, da seguradora SulAmérica, disseram executivos da companhia nesta quarta-feira.

E o BTG Pactual disse que se comprometeu a adquirir o controle acionário do Banco Econômico, que está em liquidação extrajudicial.

(Com Estadão Conteúdo e Reuters)

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