Bolsas da Ásia fecham em baixa, com contração da manufatura chinesa e Ucrânia

Exceção, o sul-coreano Kospi avançou 0,40% em Seul, a 2.757,65 pontos, impulsionado por ações ligadas aos setores químico e de baterias

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em baixa nesta quinta-feira, 31, após a manufatura da China voltar a se contrair e novos bombardeios russos ao redor da capital da Ucrânia abalarem a confiança de progresso em recentes negociações de paz.

O índice japonês Nikkei caiu 0,73% em Tóquio hoje, a 27.821,43 pontos, enquanto o Hang Seng recuou 1,06% em Hong Kong, a 21.996,85 pontos, e o Taiex registrou queda de 0,27% em Taiwan, a 17.693,47 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto se desvalorizou 0,44%, a 3.252,20 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto cedeu 0,92%, a 2.117,96 pontos.

Exceção, o sul-coreano Kospi avançou 0,40% em Seul, a 2.757,65 pontos, impulsionado por ações ligadas aos setores químico e de baterias.

A predominância do mau humor na Ásia veio após dados mostrarem que o PMI industrial oficial chinês caiu a 49,5 em março, voltando a ficar abaixo da barreira que 50 que indica contração da manufatura, num momento em que a China restabelece medidas de restrição por causa de um novo surto de covid-19.

Além disso, a Rússia voltou a bombardear ontem os arredores de Kiev, apenas um dia depois de prometer reduzir operações militares em torno da capital ucraniana. A postura de Moscou coloca em dúvida relatos sobre “avanços” em conversas bilaterais ocorridas na Turquia, na última terça-feira (29).

Na Oceania, a bolsa australiana também ficou no vermelho hoje, encerrando uma sequência de sete pregões de ganhos. O S&P/ASX 200 caiu 0,20% em Sydney, a 7.499,60 pontos.

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