Bolsas da Ásia fecham na maioria em alta; China fica no vermelho

Os mercados chineses ficaram no vermelho, em meio a preocupações com o impacto do lockdown decretado em Xangai para tentar conter um aumento nas infecções por covid-19

As bolsas asiáticas fecharam majoritariamente em alta nesta terça-feira, 29, na expectativa para a retomada de negociações de paz presenciais entre Rússia e Ucrânia. Na China, porém, os negócios foram pressionados pela nova onda de covid-19 que levou a um lockdown temporário em Xangai.

O índice japonês Nikkei subiu 1,10% em Tóquio hoje, a 28.252,42 pontos, enquanto o Hang Seng avançou 1,12% em Hong Kong, a 21.927,63 pontos, o sul-coreano Kospi se valorizou 0,42% em Seul, a 2.741,07 pontos, e o Taiex registrou modesto ganho de 0,16% em Taiwan, a 17.548,66 pontos.

Delegações de negociadores russos e ucranianos se reúnem de forma presencial na Turquia hoje para tentar reverter o conflito iniciado há mais de um mês. No fim de semana, o presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse que Kiev estava considerando adotar o status neutro em um eventual acordo com Moscou.

Já os mercados chineses ficaram no vermelho, em meio a preocupações com o impacto do lockdown decretado em Xangai para tentar conter um aumento nas infecções por covid-19. O Xangai Composto recuou 0,33%, a 3.203,94 pontos, e o menos abrangente Shenzhen Composto caiu 0,57%, a 2.084,47 pontos.

Na Oceania, a bolsa australiana seguiu o tom predominante da Ásia e garantiu o sexto pregão consecutivo de ganhos, sequência positiva mais longa deste ano. O S&P/ASX 200 avançou 0,70% em Sydney, a 7.464,30 pontos. 

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