Bolsas da Ásia fecham sem direção única, de olho em covid, Ucrânia e Fed

Destoando do tom mais ameno no restante da Ásia, o Hang Seng subiu 1,31% em Hong Kong, a 21.684,97 pontos, impulsionado por ações de tecnologia
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As bolsas asiáticas fecharam sem direção única nesta segunda-feira, 28, à medida que preocupações sobre a pandemia de covid-19, a guerra na Ucrânia e a tendência de aperto monetário nos EUA afetam o apetite por risco.

O índice japonês Nikkei caiu 0,73% em Tóquio hoje, a 27.943,89 pontos, apesar da fraqueza do iene em meio a intervenções do Banco do Japão (BoJ), enquanto o sul-coreano Kospi teve baixa marginal de 0,02% em Seul, a 2.729,56 pontos, e o Taiex recuou 0,89% em Taiwan, a 17.520,01 pontos.

Na China continental, o Xangai Composto registrou ligeiro ganho de 0,07%, a 3.214,50 pontos, mas o menos abrangente Shenzhen Composto se desvalorizou 0,82%, a 2.096,50 pontos.

Destoando do tom mais ameno no restante da Ásia, o Hang Seng subiu 1,31% em Hong Kong, a 21.684,97 pontos, impulsionado por ações de tecnologia. A Meituan foi destaque em Hong Kong, com salto de 11,56% de sua ação, após a terceira maior gigante de tecnologia chinesa divulgar balanço trimestral melhor do que o esperado.

A falta de direção clara nos negócios asiáticos veio após a cidade chinesa de Xangai anunciar um lockdown escalonado com o intuito de controlar um surto local de covid-19, problema que voltou a assombrar a China nas últimas semanas. Além disso, as incertezas da guerra russo-ucraniana e sinais de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) poderá elevar juros em ritmo mais acelerado ao longo do ano ajudam a restringir a demanda por ações na região asiática.

Na Oceania, a bolsa australiana encerrou o pregão em leve alta, sustentada por papéis de grandes mineradoras e bancos. O S&P/ASX 200 avançou 0,08% em Sydney, a 7.412,40 pontos. 

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