Destaques da Bolsa: Gol (GOLL4) cai após balanço do 4T21; Vale (VALE3) também recua

Confira os destaques desta segunda-feira (14)

O Ibovespa opera em queda, nesta segunda-feira (14), com o recuo de empresas ligadas às commodities. O mercado segue atento ao avanço nas conversas entre Rússia e Ucrânia. 

Às 13h06, o Ibovespa caía 1,20%, a 110.433 pontos. 

Após baixa nos preços do minério de ferro, Vale (VALE3) cai 5,46%, CSN (CSNA3) perde 4,56%, Gerdau (GGBR4) recua 3,87% e Usiminas (USIM5) tem queda de 3,26%.

As ações da Petrobras (PETR3;PETR4) operam em baixa de 1,24% e 1,85%, respectivamente, diante da queda do petróleo.

A Gol (GOLL4) também registra perdas de 2,69%, após divulgar os resultados do quarto trimestre de 2021. 

Magazine Luiza (MGLU3) recua 3,87%, antes da divulgação do balanço trimestral, que será publicado após o fechamento do mercado. 

Já entre os destaques positivos, Santander (SANB11) tem alta de 4,83%, Itaú (ITUB4) +2,17%, Bradesco (BBDC4) +1,64% e Banco do Brasil (BBAS3) +0,84%. 

Confira os destaques desta segunda-feira:

Gol (GOLL4)

A Gol divulgou, nesta segunda-feira, um prejuízo líquido para o quarto trimestre de 2021 de R$ 2,8 bilhões, maior do que o prejuízo de R$ 466 milhões projetado por analistas em pesquisa do Eikon, da Refinitiv.

O resultado compara-se a um lucro líquido de R$ 59,4 milhões registrado no mesmo período do ano anterior.

A receita líquida subiu 54,5% em comparação anual, para R$ 2,92 bilhões, ligeiramente acima da estimativa de analistas de R$ 2,87 bilhões.

Petrobras (PETR3;PETR4)

 O presidente da Petrobras, o general da reserva Joaquim Silva e Luna, disse que não deixará a companhia em um momento em que comparou com uma “batalha”, apesar de cobranças e críticas que vieram de dentro e fora do governo por conta da alta de cerca de 25% no diesel da estatal, na última semana.

“Sou soldado. O campo de batalha é a minha zona de conforto. Não fujo do campo de batalha, abandonando a minha tropa. Um homem tem que fazer o que um homem tem que fazer”, disse Luna à Reuters.

“Não há crise”, adicionou.

BR Malls (BRML3)

A  operadora de shopping centers Aliansce Sonae aumentou sua oferta de combinação de negócios com a rival BR Malls em 10,9%, após ter uma proposta anterior rejeitada no início deste ano.

A empresa disse em fato relevante nesta segunda-feira que decidiu elevar a oferta de pagamento em dinheiro em 500 milhões de reais, para 1,85 bilhão de reais, e dar 51,08% da empresa combinada aos acionistas da BR Malls, ante 50% anteriormente.

A Aliansce afirmou que submeterá a nova oferta à assembleia geral da BR Malls, uma vez que já detém 5,05% de participação na concorrente.

A empresa disse estar “convicta de que a combinação de negócios é uma oportunidade única de fortalecimento de ambas as companhias, com ganhos significativos para os seus acionistas, clientes e demais stakeholders”.

Hypera (HYPE3)

A Superintendência-Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recomendou a aprovação, sem restrições, da venda de parte dos ativos da Sanofi na América Latina pela Hypera, segundo despacho no Diário Oficial da União nesta segunda-feira.

Em dezembro, a superintendência havia declarado o negócio “complexo” e solicitado mais informações para as partes, dadas as potenciais concentrações elevadas em categorias como laxantes, estimulantes e descongestionantes nasais de venda sob prescrição médica.

A transação, anunciada em julho de 2021, envolve a aquisição de marcas de medicamentos isentos de prescrição e de prescrição no Brasil, México e Colômbia por 190,3 milhões de dólares. Entre os produtos estão o analgésico AAS, o fitoterápico Naturetti e o antisséptico Cepacol.

Com Reuters

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