Está comprado em ações? Saiba como agir após início de confronto na Ucrânia

A expectativa é que o mercado de ações sinta os reflexos do confronto no Leste europeu
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Com o início da ofensiva da Rússia contra a Ucrânia na madrugada desta quinta-feira (24), os mercados financeiros globais registram queda significativa.

No Brasil, a expectativa é que o mercado acionário também sinta os reflexos do confronto no Leste europeu logo no início das operações.

“Se [o mercado internacional] ficar como está agora, o Ibovespa deve abrir com queda em torno de 3%”, disse o professor de finanças Alexandre Cabral, durante a cobertura ao vivo realizada pela BM&CNews.

Cabral lembrou que as principais atitudes para proteger a carteira de ações deveriam ter sido tomadas antes do início da guerra, que já vinha sendo alardeada há várias semanas.

Agora, o ideal é que o investidor mantenha a calma e evite vender suas ações se houver uma desvalorização acentuada.

“Eu não venderia nenhum papel amanhã. Apenas ficaria observando. A não ser que você ache que a guerra vai durar muito e os mercados irão piorar bastante”, aconselhou o professor.

Cabral destacou que boa parte das ações não deve ter os fundamentos afetados por conta do conflito. “Como essa guerra pode afetar em empresas que não tem nenhuma relação direta com o país?”, questionou.

Segundo o professor, além de evitar vender as papéis em caso de queda, o investidor também pode tentar diminuir o custo de compra da ação fazendo operações de venda de call (opção de compra).

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