PETR4: “Com petróleo se consolidando na casa de US$95, pressão é maior para reajustar preço para cima”, avalia especialista

O especialista mencionou também que a política da Petrobras tem sido tentar amenizar os efeitos ao longo do tempo
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O petróleo voltou a subir, na manhã desta quarta-feira (16), com o preço atingindo a margem de US$ 94 por barril, diante de tensão geopolítica entre a Rússia e a Ucrânia. Empresas do setor de petróleo, como a Petrobras (PETR4), têm se beneficiado das altas, conforme analisou o sócio da GTI, Rodrigo Glatt.

“Com o petróleo se consolidando na casa de US$95, a gente tem até uma pressão um pouco maior para reajustar preço para cima”, avaliou durante participação na programação da BM&C News.

Glatt destacou ainda que calcula-se uma defasagem de 10% do preço da gasolina em relação ao que está no exterior.

Além disso, o especialista mencionou também que a política da Petrobras tem sido tentar amenizar os efeitos ao longo do tempo. Por isso, a companhia não tem feito reajustes tão constantes, mas que existe sim essa pressão.

Ainda, de modo geral, Glatt pontuou que o cenário tem sido muito positivo para as petroleiras: “Petrobras tem uma geração de caixa bastante robusta, principalmente no quarto e primeiro trimestre, então os resultados vão continuar muito positivos para todas elas”.

Confira a análise completa no vídeo abaixo:

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