Ibovespa recua e fecha novamente em queda

Nos EUA, as bolsas fecharam em queda, pressionadas pelos resultados do 4T21 abaixo das expectativas
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O Ibovespa fechou em queda novamente, em um pregão marcado pela volatilidade. O índice seguiu o recuo em NY, que acabou pressionada pelos resultados do 4T21 da Meta (ex-Facebook), que vieram abaixo das expectativas do mercado.

O cenário global se mostrou avesso ao risco em meio à alta dos juros pelo BoE (para 0,50%) e a manutenção pelo BCE, que se mostrou preocupado com a inflação. Por aqui, a comunicação clara do Copom agradou o mercado, uma vez que o BC sinalizou uma redução de ritmo após a elevação da Selic em 1,5 pp para 10,75%, na noite de ontem (2).

Nos EUA as bolsas também fecharam em queda, pressionadas pelas tensões voltadas ao conflito entre a Rússia e a Ucrânia, assim como pelos resultados do 4T21 das companhias norte-americanas, como a Meta (Nasdaq: #FB; BDR: #FBOK34) e do Spotify (NYSE: #SPOT; BDR: #S1PO34).

O Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em queda de -0,18%, cotado a 111.695,94 pontos.

dólar comercial fechou em alta de +0,36%, cotado a R$ 5,295

Nos Estados Unidos, as bolsas fecharam em queda. O S&P 500 fechou em desvalorização de -2,44% (4.477,30), o Nasdaq registrou queda -3,74% (13.878,82), enquanto o Dow Jones encerrou o dia caindo em -1,46% (35.110,34).

Confira os destaques desta quinta-feira:

Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA caem para 238 mil

O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego caiu mais do que o esperado na semana passada, conforme as infecções por Covid-19 diminuíam, sugerindo que uma desaceleração esperada do crescimento do emprego em janeiro deve ter sido temporária.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego caíram em 23 mil, para 238 mil em dado ajustado sazonalmente, na semana encerrada em 29 de janeiro, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira. Economistas consultados pela Reuters previam 245 mil pedidos para a última semana.

Do início de janeiro até o meio do mês, as solicitações aumentaram em meio a um surto de infecções por coronavírus, impulsionado pela variante Ômicron. A atividade empresarial, especialmente no setor de serviços, foi impactada pela última onda.

BC registra vazamento de dados de 2,1 mil chaves Pix sob responsabilidade da Logbank

O Banco Central comunicou nesta quinta-feira a ocorrência de um incidente com possível vazamento de dados pessoais vinculados a 2.112 chaves Pix que estavam sob a responsabilidade da Logbank Soluções em Pagamentos.

De acordo com o BC, entre os dados potencialmente expostos estão nome do usuário, CPF, instituição de relacionamento e número de conta. A ocorrência foi observada entre 24 e 25 de janeiro de 2022.

Procurada pela Reuters, a Logbank não retornou de imediato.

Este não é o primeiro episódio com incidente desse tipo. Em agosto do ano passado, o BC detectou vazamento de dados de 414,5 mil chaves Pix sob a responsabilidade do Banco do Estado de Sergipe (Banese), segundo dado atualizado. Em dezembro, foram potencialmente expostos dados de 160,2 mil chaves sob responsabilidade da instituição de pagamento Acesso.

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