Cripto: “Tenho na carteira como um desencargo de consciência, não como investimento”, diz Boechat

Em contrapartida, o conceito de blockchain, segundo o analista, é interessante e deve ser visto em outras aplicações

Nos últimos anos, as criptomoedas têm chamado a atenção dos investidores, graças ao crescimento exponencial do mercado de criptoativos. Segundo o Coingecko, plataforma que agrupa dados sobre criptos, o setor bateu a marca de US$ 3 trilhões em market cap em novembro de 2021. Eduardo Boechat, analista de mercado da ActivTrades, disse ter uma pequena parte do ativo posicionado na carteira, mas não acredita nele.

“Eu tenho um pedacinho comprado em criptomoedas, mas mais como um desencargo de consciência do que como um investimento. Comprei e juro que nem olho”, disse durante participação na BM&C News.

Para explicar sua aversão à moeda digital, Boechat disse que o bitcoin é visto como uma reserva de valor, que para ele, o ouro poderia ocupar esta posição. “O bitcoin mesmo eu não consigo entender a logica dele. (…) Que reserva de valor é essa que quando o mercado piora ela cai junto com o mercado?”, pontuou.

Em contrapartida, o conceito de blockchain, segundo o analista, é interessante e deve ser visto em outras aplicações

“Só se virar um negocio que é aceito em todos os lugares, como uma maquininha onde você paga conta com o bitcoin, eu não consigo entender onde usa aquilo”, afirmou.

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