Estímulo do consumo interno na China pode ser prejudicial para Brasil, diz economista

Lucena citou alguns fatores que serão diretamente impactados
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook

A China tem adotado plano econômico para estimular o consumo interno. Para o economista, Igor Lucena, a maior preocupação em relação à exportação das commodities brasileira seria o crackdown que o mercado chinês vem fazendo com grandes imobiliárias.

“Ele [governo chinês] está procurando diminuir o ritmo da atividade imobiliária da construção civil na China, que representa 25% do PIB nacional, e obviamente porque ele vê um movimento de bolha, isso tem um impacto direto em vários processos nossos”, disse à BM&C News.

Lucena citou alguns fatores que serão diretamente impactados, como a empresa Weg, as exportações de minério de ferro, de aço e outros metais que são exportados no Brasil.

“A construção chinesa diminuindo seu ritmo é um impacto negativamente no Brasil. Agora do ponto de vista agrícola, acho que não. Eu acho que o aumento do consumo interno chinês dá um fôlego muito bom para o governo e para as empresas brasileiras para aumento de exportação para o nosso principal parceiro comercial”, pontuou.

Por fim, o economista disse que é necessário entender como o movimento chinês vai ser organizado ao longo dos anos e como será possível que o país utilize a seu favor.

Confira a análise completa no vídeo abaixo:

Se inscreva no nosso canal e acompanhe a programação ao vivo.

Compartilhe:
Compartilhar no whatsapp
Compartilhar no linkedin
Compartilhar no twitter
Compartilhar no facebook

Matérias relacionadas